Associados do Simers aprovam contas do ano de 2020

O ato ocorreu em Assembleia Geral Ordinária, realizada de forma remota

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O balanço patrimonial passivo exigível teve seu total atualizado (Foto: Divulgação)O balanço patrimonial passivo exigível teve seu total atualizado (Foto: Divulgação)
O balanço patrimonial passivo exigível teve seu total atualizado (Foto: Divulgação)
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Na noite de terça-feira (21), os associados do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) aprovaram, por ampla maioria, as contas da entidade referentes a 2020. O ato ocorreu em Assembleia Geral Ordinária, realizada de forma remota, em respeito às regras de segurança à saúde e distanciamento social.

“A transparência e o orçamento realista são legados que deixamos. O resultado do nosso trabalho está expresso nestes números, nas conquistas em favor da categoria e na defesa permanente dos médicos”, disse o presidente do Simers, Marcelo Matias, ao conduzir a apresentação. E complementou: “A entidade profissionalizou sua gestão, superou adversidades e se preparou para enfrentar os desafios futuros. Tudo isso com equilíbrio nas contas e fidelidade e ao propósito de fazer sempre o que é certo, buscando sempre valorizar a categoria”.

Mesmo impactada pela pandemia e por situações advindas de gestões anteriores, a entidade médica apresentou um balanço patrimonial ativo com crescimento permanente de 7,47%, entre 2020 e 2019. Com relação ao balanço patrimonial passivo circulante (valores a pagar com fornecedores, tributos, encargos e remunerações de funcionários e antecipações aos associados), o Simers registrou uma redução de 5,05%.

O balanço patrimonial passivo exigível (que considera o valor pagável de prováveis contingências judiciais, acima de 360 dias) teve seu total atualizado. E, a partir de 2020, acumulou uma reserva significativa, com objetivo de honrar dívidas de ações trabalhistas do passado.

No encerramento, o presidente destacou que a prestação de contas do ano passado visa mostrar claramente o que há em caixa e os cuidados tomados para prever um orçamento suficiente — seja para iniciativas em favor dos associados, seja para quitar despesas de mandatos anteriores. Marcelo Matias também ressaltou a importância da auditoria externa e do Conselho Fiscal, que aprovaram os resultados apresentados.

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