OPINIÃO

Fatos - 05/05/2015

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Movimentações e considerações
O prazo para filiações partidárias visando as eleições de 2016 encerra no começo de outubro. Por isso, a movimentação por novos filiados é intensa em todos os partidos. O PP, que perdeu um grupo grande de partidários por conta de divergências internas, promete anunciar filiações de peso até o dia 24, quando escolhe o novo diretório. O ex-vereador Valdir Mendes não vai concorrer a reeleição. O professor Rangel manifestou interesse em comandar o partido. Por enquanto, segundo Mendes, o ex-prefeito Osvaldo Gomes segue firma entre os progressistas e é um nome forte para concorrer a prefeitura. No entanto, Gomes tem circulado em conversas com outros partidos, como o PMDB, o Solidariedade e até o PTB. Difícil para Gomes está sendo encontrar completa acolhida nestes partidos, especialmente o PMDB que, segundo consta, está muito bem obrigado na base de apoio à administração municipal.

E se fosse...
Corre a boca pequena que, na hipótese bem provável de Luciano concorrer a reeleição, uma das formas de assegurar o apoio do PMDB é lhe dando a candidatura de vice-prefeito. Seria possível reeditar a dobradinha, quase vencedora em 2004, Luciano e João Pedro?

Execução
O Município de Mato Castelhano recebeu o Título Executivo n.º 0140/2015 do Tribunal de Contas do Estado em nome do ex-prefeito Solano Canevese no valor R$ 173, 4 mil, referente ao exercício de 2012. Em razão disso, o Município deverá ajuizar ação de execução contra o ex-prefeito.

Pedido atendido
Se um grupo do PSB queria tanto candidatura própria à Prefeitura de Passo Fundo para 2016, teve seu pedido atendido: com a fusão PSB-PPS, Luciano Azevedo é o nome dos socialistas. Por outro lado, também está atendido o desejo do prefeito Luciano. Em 2013, Luciano criticou fortemente a tentativa do PPS em se unir com o PMN, dando lugar ao partido da Mobilização Democrática. Ficou claro que se o novo partido fosse constituído deixaria a sigla e o destino estava seria o PSB.

Divergência
O presidente da Câmara de Vereadores, Márcio Patussi, PDT, aguarda parecer do Tribunal de Contas do Estado sobre o mês que deve ser pago o reajuste dos servidores do Legislativo e vereadores. É que as datas-bases do Executivo e Legislativo precisam coincidir. Neste caso, a Câmara aprovou o reajuste em março e a prefeitura em abril. Por haver divergência em relação a data, Patussi optou por consultar o TCE, por isso não autorizou o pagamento do reajuste no mês de março.

Foi dito
“Saio do PT porque não é o partido que ajudei a criar. É um partido que se distanciou dos seus princípios éticos, das suas bases e de seus ideais”. Senadora Marta Suplicy, em entrevista Revista Veja da semana.

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