OPINIÃO

Fatos 08.08.2018

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Curiosidades

Levantamento feito pela Agência Brasil revela que as eleições deste ano terão o segundo maior número de candidatos, desde 1989. Serão 13 neste ano, enquanto em 1989 foram 22 concorrentes. Neste período, somente o PSDB e o PT disputaram todas as eleições presidenciais com candidatos próprios. Partido com maior número de filiados – 2,4 milhões -, o MDB não tinha candidatura própria há quatro eleições. O MDB transitou entre chapas do PSDB e do PT, as duas siglas que se revezaram no poder nos últimos anos. Fernando Henrique foi eleito em 1994 e em 1998, no primeiro turno com 54,3% e 53% dos votos, respectivamente. As eleições de 2002 marcaram o começo da hegemonia do PT: foram quatro vitórias seguidas, todas contra o PSDB.Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito e reeleito em 2002 e 2006. Depois, Dilma Rousseff conquistou o Palácio do Planalto em 2010 e foi reeleita em 2014, mas não completou o mandato.

“Meu nome é Enéas”

E para quem não lembra, o cardiologista Eneas Carneiro (morto em 2007), conhecido pelo discurso agressivo e o bordão “meu nome é Eneas”, surpreendeu o país conquistando cerca de 4,6 milhões de votos, com minguados segundos de televisão.

Representado

O Estado do Rio Grande do Sul tem cinco representantes na disputa presidencial e não quatro como a coluna publicou ontem. O General Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro, é gaúcho. Ontem já teve que explicar declaração polêmica, “de que o brasileiro tem a insolência do índio e a malandragem do negro”.

Estratégia

Manter a imagem de Lula colada a Fernando Haddad e Mauela D ´Ávila é a estratégia que PT e PCdoB usarão na campanha eleitoral. O ex-presidente, que não deve ter a candidatura homologada pela Justiça, por conta da condenação e cumprimento de pena, será onipresente na campanha. Uma ação de marketing que pretende transferir a Haddad o potencial eleitoral refletivo nas pesquisas. 

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