Rede de Cuidados Territoriais atinge quase 12 mil pessoas

Entre as atividades do projeto estão as visitas domiciliares

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Mais de 2 mil casas receberam a visita dos integrantes da Rede (Foto: Divulgação)Mais de 2 mil casas receberam a visita dos integrantes da Rede (Foto: Divulgação)
Mais de 2 mil casas receberam a visita dos integrantes da Rede (Foto: Divulgação)
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Em quatro meses, o projeto Rede de Cuidados Territoriais já visitou mais de 2 mil casas. O projeto, envolvendo 150 estudantes e 20 professores da Universidade de Passo Fundo (UPF), é uma parceria com a Prefeitura de Passo Fundo. Foi criado para combater a Covid-19 e garantir que a atenção básica em saúde seja fortalecida, fazendo a prevenção à saúde das pessoas em territórios vulneráveis de Passo Fundo.

Estudantes de graduação e residentes da área da saúde da UPF, com a participação de mais de 10 cursos, já percorreram, desde o início do projeto, áreas nos bairros São Luiz Gonzaga, Valinhos, Záchia e Jaboticabal. Só com as mais de 2 mil visitas domiciliares realizadas, o projeto atingiu quase 5 mil pessoas, já que são consideradas, em média, quatro pessoas por domicílio. Além disso, foram mais de mil monitoramento de casos suspeitos de Covid, atendidos pelo Serviço de Teleatendimento UPF/Prefeitura, e outras quase seis mil pessoas atendidas pela Vigilância Epidemiológica. Entre todas as ações realizadas pelo projeto, o total chega a quase 12 mil pessoas atingidas direta e indiretamente.

Além da prevenção da Covid-19, as principais demandas envolvem questões voltadas à saúde da mulher (preventivos atrasados, Infecções Sexualmente Transmissíveis, planejamento familiar e contracepção), à saúde bucal e referente a especialidades como oftalmologista, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, entre outras. Cerca de 350 encaminhamentos para consultas/especialidades foram realizados. “As demandas são diversas. A prioridade é a investigação e orientação Covid, mas a avaliação vai além, desde o histórico de doenças, as implicações da pandemia, as condições e vulnerabilidade dessa família. Informações necessárias para orientar e encaminhar aos serviços”, ressalta uma das integrantes da coordenação do projeto, Sandra M. Vanini.


Projeto em números:

Nº de pessoas atingidas pelas visitas domiciliares: 4.926

Nº de pessoas atendidas pelo teleatendimento:1.108

Nº de pessoas atendidas pela vigilância epidemiológica: 5.834

Nº de pessoas atingidas pelas ações do projeto (direta e indiretamente): 11.868


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