Passo Fundo fecha março com 1,4 mil novos postos de trabalho

Este é o oitavo mês com saldo positivo no saldo de empregos

Por
· 1 min de leitura
O setor que mais criou empregos em março deste ano foi o de de serviços (Foto: Agência Brasília)O setor que mais criou empregos em março deste ano foi o de de serviços (Foto: Agência Brasília)
O setor que mais criou empregos em março deste ano foi o de de serviços (Foto: Agência Brasília)
Você prefere ouvir essa matéria?

O mês de março manteve a tendência de criação de empregos em Passo Fundo, com a geração de mais de 1,4 mil postos de trabalho. O saldo de empregos é resultado de 3.811 admissões e 2.312 demissões. O índice está positivo na cidade desde agosto de 2020 e março teve o melhor resultado desde janeiro do ano passado, data da implementação do Novo Caged. O estoque, isto é, o total de empregos na cidade, chegou a 63.798. Os dados são do Ministério da Economia, que divulgou na quarta-feira (28) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

Em março do ano passado a cidade perdeu 108 postos de trabalho. O mês foi o primeiro com números negativos em decorrência da pandemia. Em abril, a cidade chegou a perder 1.919 postos e se manteve com resultados negativos até julho, somando -2.954 empregos com carteira assinada. A recuperação começou em agosto e desde então foram criados 5.105 postos de trabalho.

O setor que mais criou empregos em março deste ano foi o de de serviços, com saldo de 1.273 empregos. Foram 2.031 admissões e 1.028 demissões no setor. Em seguida, está o comércio com saldo de 83 postos de trabalho, indústria (81), construção (47) e agropecuária (15).

Em coletiva de imprensa de lançamento do Programa Juro Zero, o prefeito Pedro Almeida comentou o resultado. “Tivemos a balança de emprego positiva mais uma vez no mês de março, o que nos enche de otimismo”, disse Pedro.

Perfil

A maioria dos novos postos de trabalho é ocupada por homens, com 1.131 empregos, enquanto o saldo de emprego de mulheres em março foi de 638. O saldo também é maior entre pessoas mais qualificadas, com 1.127 trabalhadores com ensino médio completo, 192 superior completo e 86 superior incompleto.

Gostou? Compartilhe