Passo-fundenses são presos após aplicarem o golpe do bilhete premiado no litoral gaúcho

Três indivíduos foram presos em Osório após praticarem o crime em Capão da Canoa

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Na tarde de terça-feira (25), três passo-fundenses foram presos na BR-101, em Osório, após terem aplicado golpe do bilhete premiado em Capão da Canoa.

 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, durante fiscalização de rotina foi abordado o veículo Citroen/C4 de Balneário Camboriú, que tinha como ocupantes dois homens, um de 53 anos e outro 52 anos, e uma mulher de 48 anos,  todos moradores de Passo Fundo. Após consulta de suas identidades foi constatado que todos tinham diversos registros policiais por fraudes diversas, principalmente por aplicar o golpe do bilhete premiado em diferentes cidades do interior gaúcho.

 

Em revista detalhada as pessoas e no veículo foi localizado maços de notas falsas de Real, e ainda cerca de R$10.000 em notas verdadeiras. Em contato com as polícias do litoral foi informado que uma mulher de 63 anos de Capão da Canoa havia acabado de ser vítima do golpe do bilhete premiado, com a subtração de igual quantia encontrada em posse dos ocupantes do veículo.

 

Diante dos fatos, o trio foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Osório, onde posteriormente houve o reconhecimento dos suspeitos pela mulher que foi vítima do golpe em Capão  da Canoa.   

 

Nos últimos meses este golpe já foi aplicado diversas vezes nas praias do litoral Gaúcho. O conto do "Bilhete Premiado", é crime de estelionato, e as vítimas geralmente são pessoas idosas que pela sua ingenuidade ou ganância acreditam na facilidade de ganhar dinheiro fácil. O golpe é aplicado de diversas formas, e com a participação de mais de uma pessoa, mas geralmente é mostrado um bilhete premiado (falso), com o resultado verdadeiro do sorteio que indica que o bilhete é o premiado. As vezes é apresentado um bilhete verdadeiro com aposta nos números ganhadores de um concurso anterior, e um comprovante dos números sorteados naquele concurso, contando com a falta de atenção da vítima quanto ao número do concurso. Em troca de ajuda para receber o prêmio,  ou mesmo pelo oferta em comprar o bilhete por valor bem inferior ao valor do prêmio, a vítima acaba por adiantar um valor aos estelionatários.

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