17º fugitivo do presídio morre em confronto com a BM em Carazinho

Segundo a polícia, ele liderava uma quadrilha responsável por diversos roubos na região e era o possível mentor da ?EURoegrande fuga do presídio de Passo Fundo?EUR?

Por
· 1 min de leitura
Grupo estava na localidade de Mata Cobra, em Carazinho. Um morreu, dois foram detidos e pelo menos outros dois fugiram do local, segundo a polícia.Grupo estava na localidade de Mata Cobra, em Carazinho. Um morreu, dois foram detidos e pelo menos outros dois fugiram do local, segundo a polícia.
Grupo estava na localidade de Mata Cobra, em Carazinho. Um morreu, dois foram detidos e pelo menos outros dois fugiram do local, segundo a polícia.
Você prefere ouvir essa matéria?

O 17º fugitivo do Presídio Regional de Passo Fundo (PRPF), Mateus Mariano Soares, morreu na manhã de ontem (10) após entrar em confronto com a Brigada Militar, na localidade de Mata Cobra, no interior de Carazinho, durante Operação Etios, deflagrada pela Polícia Civil. Ele era acusado de liderar uma quadrilha responsável por diversos roubos na região desde que deixou o PRPF, em janeiro, quando 17 pessoas fugiram do Presídio. Outros dois que também estavam foragidos foram detidos. Um deles foi baleado, mas socorrido no Hospital de Caridade de Carazinho.


A última ação da quadrilha teria sido na noite de terça-feira, quando um posto foi assaltado na BR 386, entre Carazinho e Sarandi.


Na manhã de ontem a polícia deflagrou a operação e encontrou o grupo na localidade de Mata Cobra.


No local havia uma casa onde foram apreendidas três armas de fogo, duas longas e uma curta; dinheiro; munição de diversos calibres, dois coletes balísticos; uma camiseta com a insígnia da Polícia Civil; e outras roupas.


Mateus é apontado pela polícia como “de alta periculosidade” e possível “mentor intelectual da grande fuga do presídio de Passo Fundo”. A ele o delegado Jader Ribeiro Duarte, de Carazinho, também atribui um latrocínio no município de Farroupilha, roubos a bancos, e o definindo como “extremamente violento”.


Segundo Duarte, a operação leva o nome Etios porque o grupo utilizou um veículo Etios para a prática de algumas ações criminosas. As primeiras depois de deflagrada a investigação.


Participaram da Operação agentes da Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, helicóptero da Polícia Civil e cães farejadores da Brigada Militar.

Gostou? Compartilhe