Reformas estruturantes do RS na pauta do segundo semestre

Mateus Wesp faz balanço dos primeiros meses do mandato comemorando resultados

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Mateus Wesp, ao lado do chefe de gabinete Lucas Cidade durante visita ao O Nacional nesta sexta-feiraMateus Wesp, ao lado do chefe de gabinete Lucas Cidade durante visita ao O Nacional nesta sexta-feira
Mateus Wesp, ao lado do chefe de gabinete Lucas Cidade durante visita ao O Nacional nesta sexta-feira
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O deputado Mateus Wesp, PSDB, está aproveitando o recesso na Assembleia Legislativa para fazer um roteiro de prestação de contas do primeiro semestre do mandato e já projetando os desafios que tanto o Parlamento, quanto o governo terão de enfrentar a partir de agosto. “O governo dará continuidade ao processo de reformas necessárias para que o Estado volte a crescer”, disse.


Eleito deputado estadual com a segunda melhor votação da bancada do seu partido (28 mil votos), logo no primeiro mandato assume posições importantes na relação política entre poderes. Foi o escolhido para liderar a bancada tucana na Assembleia e logo em seguida assumiu desafio determinado pelo governador Eduardo Leite: comandar o partido no âmbito estadual. “É uma grande responsabilidade e me dá o maior orgulho. Mas te confesso que nem nos melhores sonhos pensei que assumiria a função neste momento”, revela. Por conta das atribuições como presidente do partido Wesp tem percorrido praticamente todas as regiões do Estado na rearticulação partidária, projetando as eleições de 2020. “Reverberar essa sensação de esperança que o governador Eduardo está trazendo para o Rio Grande nos municípios é muito bom”, acrescenta. Wesp também está presidindo duas Frentes Parlamentares e foi o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que congelou os orçamentos de todos os poderes para o próximo ano.

 

Novos líderes


Como dirigente partidário e também deputado, Wesp se espelha na trajetória do governador Eduardo Leite que, para ele, foi um outsider ao superar as diferenças do partido no Estado, traçando uma caminhada política de sucesso que começou com a eleição como prefeito em Pelotas. “De certa forma eu também sou um outsider, porque sou um jovem deputado, liderado parlamentares mais experientes e agora comandando o partido no Estado”, disse. Neste contexto, avalia que o PSDB é um partido que está preocupado com a oxigenação e por isso tem dado oportunidades ao surgimento de novas lideranças. A designação de Lucas Cidade para presidir a sigla no município, é citado por Wesp como exemplo da mudança de visão do partido.

 

Desafios futuros


Olhando para os resultados positivos do governo no Parlamento neste primeiro semestre, Wesp destaca que para os próximos meses os grandes desafios estão nas mudanças estruturais que o Estado precisa passar. Entre eles estão projetos que alteram os planos de carreiras dos servidores, reforma tributária e previdenciária. No caso da reforma tributária, um dos pontos que deve ser revisto imediatamente são os subsídios considerados desnecessários para setores econômicos que não precisam, onerando outros setores da economia. E para aprovar matérias polêmicas, segundo Wesp, o governo deve continuar contando com a maioria dos parlamentares. “Maioria que foi construída com muito diálogo e é a maior de um governo desde a redemocratização”, acrescentou. O governo Eduardo Leite obteve importantes vitórias no primeiro semestre, contando, sempre com mais de 40 votos dos 13 partidos que compõe o Parlamento.

 

 

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