Não se preocupem, pois, não tratarei de política, até por que, nosso problema político não é de agora.
Em terapia, quando aconselho pessoas, sinto que a parte mais difícil é tentar convencer de que nada começou ontem e que processos emocionais são resultados da soma de experiências vivídas e que levaram anos formando ou deformando nosso self,(o eu).
Decompor estruturas convictas mentais e emocionais ruidas, doloridas, que se auto sustentam por conveniência e que apesar das fragilidades possuem poderosas armaduras em constante vigília como se fossem guardiões e que com o medo tornam-se fortes a cada oportunidade de mudança, inibindo e “justificando o simples como o complexo”, não é tão fácil assim.
Remédios funcionam porém fazem consigo, o que você deveria saber fazer sozinho e pelo fato de não saber lidar sozinho com as emoções, as situações se tornam extremadas com um verdadeiro descontrole chamado pânico.
Voce pode ter uma vida tranquila e estável e sofrer uma perda, mas, se focar sua mente ( patriarca e matriarca das emoções ) apenas na perda sua dor será inevitável, mas se buscar entendimento, ampliá-lo e perceber de que tudo na vida é transitório: relacionamentos,negócios, pessoas, entre outras, você poderá entender que seu sofrimento pode ser opcional (mesmo que necessite de ajuda ).
Em momentos como esse você, apesar do desconforto, poderá descobrir o real tamanho de sua força, o real alcance de sua visão e saber se possui real entendimento das coisas, se realmente aprendeu alguma coisa. Se sim então poderá resolver as coisas de pé sendo um exemplo de superação. Se não, então sente- se e peça ajuda. Preferencialmente profissional.
Não interessa a área, seja religiosa, holistica terapêutica ou cética tudo na busca do “Eu maior” é válido.
Entenda que ninguém nesse mundo pode desprezar a sequência das coisas e que tudo envolve à todos numa grande teia. Esta é a interdependência das coisas, dos fatos e dos fenômenos que nos rodeiam, metafísios ouNão se preocupem, pois, não tratarei de política, até por que, nosso problema político não é de agora.
Em terapia, quando aconselho pessoas, sinto que a parte mais difícil é tentar convencer de que nada começou ontem e que processos emocionais são resultados da soma de experiências vivídas e que levaram anos formando ou deformando nosso self,(o eu).
Decompor estruturas convictas mentais e emocionais ruidas, doloridas, que se auto sustentam por conveniência e que apesar das fragilidades possuem poderosas armaduras em constante vigília como se fossem guardiões e que com o medo tornam-se fortes a cada oportunidade de mudança, inibindo e “justificando o simples como o complexo”, não é tão fácil assim.
Remédios funcionam porém fazem consigo, o que você deveria saber fazer sozinho e pelo fato de não saber lidar sozinho com as emoções, as situações se tornam extremadas com um verdadeiro descontrole chamado pânico.
Voce pode ter uma vida tranquila e estável e sofrer uma perda, mas, se focar sua mente ( patriarca e matriarca das emoções ) apenas na perda sua dor será inevitável, mas se buscar entendimento, ampliá-lo e perceber de que tudo na vida é transitório: relacionamentos,negócios, pessoas, entre outras, você poderá entender que seu sofrimento pode ser opcional (mesmo que necessite de ajuda ).
Em momento não.
Tudo possui um ponto de mutação, às vezes estamos perto dele sem percebê-lo ou por que estamos cabisbaixos demais ao ponto de não erguer os olhos para enxergar a estrada da vida ou por que nosso nariz está apontando para a montanha da soberba onde habita o orgulho e o egocentrismo extremos.
Uma opinião de fora sobre algo que esta aí dentro de você, pode ajudar a mudar o rumo de sua vida para melhor e despertar o sabor da mesma.
Cada um de nós busca algo para a vida ou para o momento, sensações de prazer e cura que se misturam e se confundem às vezes, mas, o que é besteira pra uns pode ser vital para outros, mas, o sentimento de impotência, quando passa a existir, é igual para todos. Desapego dói...mas liberta!
Paz e luz !


