Duas mulheres morrem e uma criança e um homem ficam feridos em ação da Polícia Federal

Um inquérito foi instalado para apurar as circunstâncias do caso

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Duas mulheres morreram e uma criança e um homem ficaram feridos após ação da Polícia Federal na noite de terça-feira (16), em Cristal, município no Sul do Estado, a cerca de 500 quilômetros de Passo Fundo.

 

Segundo nota emitida pela Polícia Federal, agentes do Grupo de Pronta Intervenção (GPI) receberam informações de que assaltantes responsáveis pelo ataque à agência bancária em Dom Feliciano, no dia 06 de julho, e que estavam foragidos, seriam resgatados no município de Cristal, onde foi montado uma barreira na rodovia do município.  

 

Dois veículos desobedeceram a sinalização para parar e furaram a primeira barreira. Na segunda abordagem, houve confronto com troca de tiros, onde as duas mulheres morreram, um homem, condenado por homicídio e que estava em prisão domiciliar, e seu filho, que estavam nos carros, ficaram feridos. A arma utilizada pelo grupo, que estava em um dos veículos, foi encontrada e apreendida.

 

A Polícia Federal investigava o envolvimento do grupo criminoso por assaltos à Caixa Econômica Federal e a outros bancos. No dia 6 de julho, policiais federais e militares entraram em confronto com os indivíduos que atacaram uma agência bancária em Dom Feliciano, com utilização de explosivos.

 

Na época, a investigação da PF indicava que o assalto ocorreria na região. Desde então, policiais federais e militares buscava, pelo grupo.

 

A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar todas as circunstâncias do fato.

 

Nota de moção

 

O Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul (SINPEF/RS) emitiu uma nota nesta quarta-feira (17) em “moção de apoio” aos policiais federais que participaram da ação.

 

No texto, assinado pelo presidente da entidade, Julio Cesar Nunes Santos, o Sindicato defende que “os policiais federais agiram de forma profissional, responsável e corajosa”. “Nos sensibilizamos com a decorrência da ação, mas não temos dúvida de que ela é resultante da própria atitude de bandidos que não medem as consequências de seus atos, utilizando, inclusive, crianças como escudo para permanecerem agindo. Continuaremos a envidar esforços, dentro dos limites da técnica policial, para defender a sociedade da criminalidade desenfreada e desmedida”, diz trecho.

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