Prevenção, proximidade e proteção são palavras que vão ditar o samba-enredo da segurança pública neste Carnaval. Com planejamento, campanhas e reforço de policiamento, as forças policiais têm como objetivo deixar ainda mais seguros os momentos de diversão, especialmente de grupos vulneráveis, como mulheres e crianças.
Grupos vulneráveis
Desde o começo do mês, a Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPGV), iniciou a operação Carnaval Seguro. O objetivo é intensificar ações preventivas e repressivas no enfrentamento à violência doméstica, familiar e contra a mulher, assegurando que as pessoas possam vivenciar o período com segurança, dignidade e paz.
Polícia de proximidade
Durante as festividades, a Brigada Militar vai reforçar o efetivo e a presença ostensiva nas ruas, apostando na aproximação com a comunidade. O policiamento a pé, em especial, será intensificado para garantir a proteção dos foliões, em especial dos grupos vulneráveis. Gesto simples pedindo socorro pode ajudar a salvar mulheres vítimas de violência doméstica.
Responsabilidade coletiva
As forças de segurança estão comprometidas com a proteção dos foliões neste carnaval. Porém, o cidadão também pode ajudar. Se você presenciar casos de assédio, importunação sexual ou qualquer forma de violência, denuncie. Procure a força policial mais próxima ou os canais de denúncia. Além disso, fique atento aos sinais silenciosos de socorro, que podem ser decisivos em situações de risco. Um deles é o Sinal Internacional de Socorro com a Mão. Trata-se de um gesto discreto, que pode ser feito sem chamar a atenção do agressor.
O sinal para pedir ajuda
- Mostrar a palma da mão aberta
- Dobrar o polegar em direção à palma
- Fechar os demais dedos sobre o polegar, simbolizando aprisionamento ou pedido de ajuda


