Gastos de campanha ficaram longe do teto previsto

Os comitês financeiros dos candidatos a prefeito revelam os valores que foram informados esta semana à Justiça Eleitoral

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Os gastos dos candidatos a prefeito de Passo Fundo durante o período eleitoral foram bem inferiores aos valores limite estipulados. Os comitês financeiros dos candidatos e coligações tiveram até terça-feira (06), 30 dias após o pleito, para apresentarem a prestação final de contas à Justiça Eleitoral. No município, o teto mais alto para as candidaturas era de R$ 1,5 milhão e mesmo a maior arrecadação passou longe disso, aproximadamente R$ 700 mil abaixo. Veja os gastos de cada candidato.

Luciano Azevedo (PPS)
A arrecadação da campanha do prefeito eleito foi de R$ 450 mil. O limite de gastos informado ao Tribunal era R$ 1,5 milhão. O Comitê Financeiro da campanha Luciano/Juliano registrou a prestação de contas ainda ao meio-dia de segunda-feira, 5.  

Rene Cecconello (PT)
A campanha de Cecconello/Bilibio obteve R$ 813 mil, a maior arrecadação entre os candidatos. R$ 1,5 milhão era o limite estipulado. O presidente do comitê financeiro da campanha, Antônio Augusto Reveilleau, informou que a prestação foi entregue ao Tribunal na tarde de terça-feira. Do total arrecadado R$ 212 mil foram obtidos por contribuição de pessoas físicas e R$ 316 mil de pessoas jurídicas. O restante do valor, aproximadamente R$ 284 mil faz parte do repasse dos próprios partidos, informou Reveilleau.

Osvaldo Gomes (PMDB)
A campanha de Osvaldo/Rafael arrecadou R$ 219 mil. O teto para os gastos era de R$ 1 milhão. De acordo com o tesoureiro do comitê financeiro Gilmar Brunetto, outros R$ 219 mil foram arrecadados para a campanha dos candidatos a vereador pelo PMDB. Ainda segundo Brunetto, reduzidas as despesas o saldo das arrecadações é, respectivamente, R$ 34,62 e R$ 13,04.

Bradimir da Silva (PSTU)
Os custos mais modestos foram da campanha do PSTU, de Bradimir/Ana Clélia: pouco mais de R$ 6 mil. O limite previsto era de R$ 30 mil. Todo o recurso foi obtido através de doações de pessoas físicas, filiados e simpatizantes, e receitas do partido, declarou o tesoureiro do comitê Adelar Cansi. O custo das campanhas de cada um dos cinco vereadores variou entre R$ 550,00 e R$ 765,00.

Marcelo Zeni (PSOL)
A arrecadação da campanha Marcelo/Rosane foi pouco superior a R$ 10 mil. O limite de gastos era de R$ 50 mil. Todo o valor da campanha foi de recursos dos próprios candidatos, afirmou Marcelo Zeni. Além disso, o PSOL declarou aproximadamente R$ 5 mil estimando o serviço de produção e realização dos programas de televisão, gravados na sede do partido em Porto Alegre.

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