Senado elege hoje novo presidente

Os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Pedro Taques (PDT-MT), são candidatos à presidência da Casa no biênio 2013-2014

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O Senado elege hoje (1º) o novo presidente e demais membros da Mesa Diretora para comandar a Casa no biênio 2013-2014. A sessão será conduzida pelo atual presidente, José Sarney (PMDB-AP), e os membros da Mesa. Uma vez eleito o sucessor de Sarney, caberá a ele encerrar a sessão e convocar outra, de imediato, para eleger o primeiro e o segundo-vice-presidentes, quatro secretários e o mesmo número de suplentes, que será conduzida pelo novo presidente.

Os nomes são indicados pelas bancadas partidárias. A prioridade na escolha do cargo está vinculada ao número de senadores diplomados, por bancada, nas últimas eleições. Dessa forma, cabe ao PMDB a indicação do presidente, no caso o líder do partido, Renan Calheiros.

O critério da proporcionalidade partidária não impede a apresentação de candidaturas avulsas ao cargo. Isso é feito oralmente, depois de aberta a sessão deliberativa. O senador Pedro Taques (PDT-MT) será o candidato da oposição. Isso porque o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) desistiu de concorrer ao cargo para apoiar Taques.

Uma vez eleito o presidente, a sessão é encerrada e convocada outra, automaticamente, para eleger os demais representantes da Mesa Diretora.

Além dos cargos da Mesa, será renovado o comando das 11 comissões permanentes. A votação dos novos nomes para as comissões não precisa, necessariamente, ocorrer nesta sexta-feira.

Caberá aos representantes indicados pelos partidos para cada comissão eleger os presidentes e vice. Também nas comissões cabe a apresentação de candidatura avulsa, que concorrerá com o indicado pelo partido que tem direito, pela proporcionalidade, à indicação.

Renan  evita denúncias em seu discurso de candidato

No seu discurso ao plenário, o candidato do PMDB à presidência do Senado, Renan Calheiros (AL), não fez referência às denúncias de corrupção que tem enfrentado nos últimos dias. Ao final dos 20 minutos que teve para defender a candidatura, ele limitou-se a dizer que o Senado aprovou com celeridade a Lei da Ficha Limpa e que a ética é uma obrigação e responsabilidade de todos os parlamentares.

Agência Brasil

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