Bolsonaro apresenta melhora clínica

Candidato está recebendo atendimento no Hospital Albert Einstein

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Agressor do deputado Jair Bolsonaro deixa a Polícia Federal em Juiz de Fora após cerca de três horas de interrogatórioAgressor do deputado Jair Bolsonaro deixa a Polícia Federal em Juiz de Fora após cerca de três horas de interrogatório
Agressor do deputado Jair Bolsonaro deixa a Polícia Federal em Juiz de Fora após cerca de três horas de interrogatório
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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, apresenta “nítida melhora clínica e laboratorial, sem nenhuma evidência de infecção”, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein divugado ontem. A equipe médica aponta também que o quadro abdominal melhorou nas últimas 24 horas e que Bolsonaro permanece em cuidados intensivos. Houve progresso ainda no tempo que o paciente permanece fora da cama e fazendo caminhadas. O boletim, no entanto, não informa qual esse tempo. No sábado, o boletim indicou que ele passou cerca de 30 minutos sentado em uma poltrona e caminhou, por 5 minutos, com a ajuda de um fisioterapeuta e uma enfermeira, além de estar acompanhado por um médico. Bolsonaro continua sendo alimentado por via endovenosa. Fazem parte da equipe médica do candidato o cirurgião Antônio Luiz Macedo, o clínico e cardiologista Leandro Echenique e o diretor-superintendente do hospital, Miguel Cendoroglo.
Bolsonaro deu entrada no Hospital Albert Einstein, na capital paulista, por volta das 10h45 de sexta-feira (7), quando iniciou uma série de exames que duraram cerca de 3 horas, segundo a assessoria do hospital. Ele saiu da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), onde foi internado, após ser esfaqueado durante campanha na cidade na quinta-feira (6). O candidato foi transferido para São Paulo a pedido da família.

 

Segurança
A escolta de policiais federais para candidatos à Presidência da República deve aumentar de 21 para até 25 agentes. Dos 13 candidatos, 5 solicitaram acompanhamento da Polícia Federal.


A distribuição do efetivo será planejada conforme a agenda de campanha. Quando sofreu o atentado em Juiz de Fora, na última quinta-feira, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, era acompanhado por 13 dos 21 policiais federais colocados à disposição dele.


 
PF investiga outros envolvidos
Com a quebra do sigilo telefônico e de dados, a Polícia Federal vai aprofundar as investigações sobre Adélio Bispo de Oliveira, que confessou ter esfaqueado, Jair Bolsonaro (PSL). A Polícia Federal (PF) está investigando se Adélio recebeu ajuda para praticar o ato. Mais duas pessoas, sendo que uma está internada após se envolver em uma briga durante a agressão, são suspeitas de participação no ataque ao candidato. A investigação vai levantar se Adélio agiu sozinho e como se mantinha na cidade, onde estava hospedado em uma pensão. Ele pagou adiantado R$ 400 pelo maior quarto da hospedagem. A PF poderá rastrear a movimentação de Adélio a partir da quebra de seu sigilo telefônico, autorizada pela juíza Patrícia Alencar Teixeira de Carvalho, da 2ª Vara Federal de Juiz de Fora. A magistrada converteu a prisão em flagrante de Adélio em prisão preventiva, sem prazo determinado. O agressor foi transferido para o presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS), onde está em uma cela individual, para resguardar sua integridade física.

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