A alimentação no combate à depressão

Há uma relação direta entre a saúde e o bem-estar físico e mental de uma pessoa

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O Setembro Amarelo é o mês de conscientização e prevenção do suicídio. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 90% das mortes por suicídio estão ligadas a doenças como a depressão, transtorno por uso de substâncias, esquizofrenia e transtornos de ansiedade. A alimentação tem uma relação direta com a saúde e bem-estar físico e mental de uma pessoa. Existem pesquisas que comprovam que uma boa alimentação tem um papel fundamental na prevenção e no tratamento de doenças, dentre elas a depressão.

 

Alimentação com variedade e equilíbrio
Conforme a nutricionista do Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, Tamara Becker, uma das causas da depressão está diretamente ligada à alimentação. “Há evidências de que pessoas depressivas possuem níveis plasmáticos menores de ômega-3, por exemplo, em comparação a pessoas sadias”, relata. Para Tamara as escolhas alimentares frequentemente são norteadas por “nosso conhecimento e emoções e tudo isso é influenciado pelo ambiente que nos rodeia”. Para aqueles que possuem depressão, a nutricionista destaca que “não há uma dieta específica ou único alimento capaz de interferir na doença, mas uma alimentação com variedade, moderação e equilíbrio pode ser implementada”. Tamara evidencia que “a nutrição surge para estes pacientes como um tratamento alternativo ou complementar, visto que alguns nutrientes podem auxiliar”. Vitaminas B12 e B9, o triptofano e o ômega 3 são os principais precursores dietéticos relacionados à depressão e a ansiedade, através do eixo neurotransmissão e alimentação.

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