Exército distribui maior lote de medicamentos do kit intubação no estado

Em Passo Fundo, o HC e o HSVP constam na lista de instituições que irão receber os medicamentos

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Militares entregarão medicamentos para 70 hospitais de 58 municípios gaúchos (Foto: Divulgação Exército Brasileiro)Militares entregarão medicamentos para 70 hospitais de 58 municípios gaúchos (Foto: Divulgação Exército Brasileiro)
Militares entregarão medicamentos para 70 hospitais de 58 municípios gaúchos (Foto: Divulgação Exército Brasileiro)
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Caminhões do Exército partiram, nesta terça-feira (30/3), do 3º Batalhão de Suprimento, em Nova Santa Rita, para entregar 84.346 ampolas de medicamentos do kit intubação para 70 hospitais de 58 municípios gaúchos. É a maior remessa de medicamentos entregue desde o início da pandemia – o Exército realizou a primeira operação em 18 de julho do ano passado, entregando 25 mil unidades. Em Passo Fundo, o Hospital de Clínicas e o Hospital São Vicente de Paulo constam na lista de instituições que irão receber os medicamentos.

Os medicamentos são bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos, imprescindíveis nas UTIs destinadas ao tratamento da Covid-19. Parte do lote veio do Ministério da Saúde e parte é compra realizada pela Secretaria da Saúde (SES).

“O lote de medicamentos recebido do Ministério da Saúde irá beneficiar hospitais com leitos de UTI que integram o sistema de regulação estadual e os medicamentos adquiridos pela Secretaria da Saúde, através da ata nacional, contemplam hospitais com e sem leitos de UTI”, explicou a diretora do Departamento de Gestão da Atenção Especializada da SES, Lisiane Fagundes. “A distribuição leva em conta critérios técnicos baseados no relatório semanal que os próprios hospitais nos passam, declarando a situação dos estoques desses medicamentos.”

A responsabilidade pela compra desses medicamentos é das instituições hospitalares. No entanto, frente à dificuldade de aquisição no país e ao aumento da demanda desde o ano passado, o governo do Estado e o Ministério da Saúde se articularam para comprá-los excepcionalmente e distribuí-los às instituições com estoques críticos e que prestam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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