Texto e foto: Glenda Mendes/ON
Ilza Medeiros mora em Passo Fundo há 15 anos e todos os anos participa da celebração de Sexta-Feira Santa e da procissão do Cristo morto da catedral Nossa Senhora Aparecida. Para ela, esse é um momento especial e insubstituível. "Mesmo que em muitos momentos eu acabe não frequentando as missas regularmente, tal como gostaria, jamais deixo de participar da Sexta-Feira Santa", ressalta.
Honrar a fé católica e dedicar parte de seu tempo livre para enaltecer a vida e história de Jesus Cristo é o que levam Ilza a não deixar a data passar em branco. "Cresci numa família muito católica. Quando criança, o horário da missa aos domingos era sagrado para toda minha família. Na Páscoa, especialmente, meus pais sempre lembravam que era momento de penitência, de rezar bastante e renovar a crença de que Jesus morreu por nós. Por isso, para mim, este é um momento especial, que não troco por nada", salienta.
Assim como Ilza, centenas de outros fiéis trocaram a folga da tarde de sexta-feira pela celebração, que teve início às 15h. O horário escolhido para a cerimônia não é sem razão. Todos os anos, e em qualquer lugar do mundo, a celebração da Sexta-Feira Santa acontece nesse horário, por coincidir com o horário da morte de Jesus Cristo.
A matéria completa na edição de ON desta segunda-feira (05)


