O prédio da 6ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), em Passo Fundo, passará por uma ampla reforma após desgaste estrutural. A ordem de início das obras foi assinada na última quinta-feira (9), pela titular da Secretaria de Obras Públicas (SOP) do Estado, Izabel Matte. O investimento, de R$ 1,1 milhão, é resultado de uma parceria entre a SOP e a Secretaria da Saúde (SES). Também participaram do ato a secretária-adjunta da Saúde, Ana Costa, e representantes da 7ª Coordenadoria Regional de Obras Públicas (Crop), responsável pela fiscalização dos trabalhos.
A empresa contratada terá cinco dias para iniciar as melhorias e um prazo total de 180 dias para concluir a obra. Durante o período, a rotina da Coordenadoria será ajustada para garantir o funcionamento dos serviços, mesmo com as intervenções em andamento.
De acordo com o coordenador adjunto da 6ª CRS, Marcelo Pacheco, a obra representa um importante avanço na infraestrutura da instituição. “As melhorias previstas na reforma que o prédio da 6ª Coordenadoria vai receber são pintura interna, manutenção elétrica e hidráulica, substituição das esquadrias, troca de piso, bem como o novo layout da fachada. O prédio já havia recebido a pintura externa e a troca de todo o telhado. O prazo de 180 dias acreditamos que seja suficiente para a conclusão da reforma. Durante esse período, não vai ocorrer interrupção dos serviços, mas ajustes na rotina para minimizar os impactos”, destacou.
Atualmente, o prédio apresenta problemas estruturais, como pintura descascada, sistemas hidrossanitários comprometidos e pisos desgastados. Com a reforma, serão realizados serviços de manutenção nas instalações elétricas e hidráulicas, substituição de esquadrias, troca de revestimentos em salas e banheiros, além de pintura interna e externa. O projeto também inclui a renovação da fachada, que ganhará um novo layout.
Agilidade na execução
O investimento foi viabilizado por meio da Contratação Simplificada, sistema implantado pelo governo do Estado para agilizar as manutenções em prédios públicos. O modelo reduz significativamente o tempo entre a solicitação e o início das obras. Antes, o intervalo médio ultrapassava 1000 dias — hoje, com o novo formato, o prazo caiu para cerca de 90 dias.



