Seis são indiciados por ataque a banco em Porto Xavier

Grupo é acusado de tentativa de latrocínio e formação de organização criminosa

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A Polícia Civil indiciou seis homens que atacaram uma agência do Banco do Brasil em Porto Xavier por tentativa de latrocínio e formação de organização criminosa. Durante as buscas, o agente da Brigada Militar Fabiano Heck Lunkes, de 34 anos, morreu baleado em confronto com um dos assaltantes.

 

Foram indiciados Delci Engers, Ivo Zimmer, Flávio Rogério Oliveira, Aleixo Gustavo Zelinski, Luciano Aguilar de Mattos e Ezequiel David Trindade.


Apontado como o líder do grupo e mentor intelectual do ataque, Trindade segue foragido. Ele é apontado como principal articulador de roubos a bancos em todo o estado, além de ser suspeito de assassinar o policial Fabiano Heck Lunkes, que participava do cerco e foi atingido durante o confronto na madrugada de quinta-feira, 25 de abril.


Engers e Oliveira foram acusados de participarem do crime, mas não diretamente.


Esse é apenas o primeiro inquérito sobre o assalto concluído pela Polícia. Nele, os indiciados foram responsabilizados pela tentativa de latrocínio contra o delegado e os outros policiais civis que trocaram tiros com os criminosos em frente ao banco.
Dois inquéritos ainda seguem abertos: o que investiga quem deu o tiro que matou Lunkes e outro sobre a receptação do dinheiro roubado. Mais de uma pessoa pode ser apontada como responsável pela morte do PM. Ainda segundo Santos, a quadrilha era experiente.


O ataque ao banco ocorreu em 24 de abril. Dois dos apontados como participantes morreram. No dia 28, Izaquiel Gonçalves Souza, de 52 anos, morreu em confronto com a BM em Campina das Missões. Em 7 de maio, Alexandre Pacheco da Silva, de 44 anos, teve o corpo encontrado em um matagal na mesma cidade.

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