Capturado homem envolvido em assassinato de professor

Condenado a uma pena de 29 anos, ele estava foragido desde 2015

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Divulgação / PRFDivulgação / PRF
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A Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem condenado pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Ele estava foragido da Justiça desde 2015. A prisão aconteceu na noite de segunda-feira (2), feriado de Finados, na BR 116 em Vacaria. O homem era procurado para cumprimento de uma pena de 29 anos de prisão.

Após troca de informações entre os serviços de inteligência da PRF e da Brigada Militar, os agentes interceptaram um Kwid com placas de Pelotas e identificou o motorista de 29 anos, natural de Lages, que era procurado pela Justiça.

O homem foi condenado a 29 anos de prisão pela morte a facadas, e ocultação de cadáver, do professor Enio José Poletto, de Marau, no ano de 2011. Na época, o carro da vítima foi encontrado submerso em um rio, e seu corpo em um matagal, carbonizado.

Preso com dois comparsas em 2011, o criminoso havia fugido do presídio de Passo Fundo por um buraco na parede, em 2015.A PRF apresentou o foragido ao plantão de polícia judiciária em Vacaria, onde ele foi conduzido novamente ao sistema prisional. O nome dele não foi divulgado.

O crime aconteceu em 1º de agosto de 2011. O desaparecimento do professor passou a ser investigado depois que ele deixou de comparecer na escola onde trabalhava, havia nove anos. A primeira pista sobre o sumiço de Poletto chegou na DP de Marau no dia seguinte. Duas testemunhas revelaram ter visto o momento em que ele foi esfaqueado e morto, na localidade de São Paulo da Cruz, interior de Marau. No local funcionava um alojamento improvisado de funcionários que prestavam serviços para uma empresa no município. Uma equipe do Instituto Geral de Perícia compareceu no endereço e reforçou a denúncia ao coletar amostras de sangue para análise.

Os autores usaram um lençol para enrolar o corpo do professor, antes de colocá-lo no porta-malas. Na fuga, atearam fogo no cadáver, utilizando solvente, e o abandonaram próximo ao trevo da cidade de Ciríaco. Três dias depois, os autores foram presos na cidade de Lages, em Santa Catarina. Na tentativa de se desfazer do veículo da vítima, jogaram o automóvel nas águas do rio Caveira, próximo ao município catarinense.

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