Antecipação é suspensa e intervalo entre doses de vacinas da Covid-19 volta para 12 semanas

A antecipação fica restrita ao lote de AstraZeneca já distribuído aos municípios

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A alteração poderia provocar falta de D2, conforme o Ministério da Saúde (Foto: Gustavo Mansur/Palácio do Piratini)A alteração poderia provocar falta de D2, conforme o Ministério da Saúde (Foto: Gustavo Mansur/Palácio do Piratini)
A alteração poderia provocar falta de D2, conforme o Ministério da Saúde (Foto: Gustavo Mansur/Palácio do Piratini)
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A Secretaria da Saúde (SES) acatou pedido do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) para retorno do intervalo de 12 semanas entre as doses das vacinas contra a Covid-19.

O Cosems, no entanto, diante de recomendação do Ministério da Saúde pela manutenção das 12 semanas, em função de que a alteração poderia provocar falta de D2 (segunda aplicação) para os esquemas já iniciados (tendo em vista que o envio de vacinas aos Estados considera o intervalo de 12 semanas), solicitou que a antecipação do intervalo ficasse restrita ao lote de AstraZeneca que o Estado tinha em estoque, já distribuído aos municípios.

A proposta da SES era manter a aplicação das segundas doses da AstraZeneca e Pfizer no período entre 10 e 12 semanas para ampliar a cobertura vacinal da população e reforçar a proteção contra novas variantes.

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