Semana será de chuva e queda da temperatura

A primavera começa amanhã (22) no hemisfério sul

Por
· 1 min de leitura
Previsão para hoje é de muitas nuvens durante a tarde e a noite (Foto: Bruna Scheifler/Arquivo ON)Previsão para hoje é de muitas nuvens durante a tarde e a noite (Foto: Bruna Scheifler/Arquivo ON)
Previsão para hoje é de muitas nuvens durante a tarde e a noite (Foto: Bruna Scheifler/Arquivo ON)
Você prefere ouvir essa matéria?

Os dias de calor de quase 30ºC serão substituídos por chuva e dias mais frios. Passo Fundo está sob alerta e de chuvas intensas e tempestade até às 10h desta terça-feira (21). As chuvas podem chegar a 100 mm/dia, com ventos intensos que podem atingir 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.

A previsão para hoje é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas durante a manhã e de muitas nuvens no restante do dia. A temperatura mínima prevista é de 7ºC e a máxima não deve passar de 17ºC. A previsão de pancadas de chuva e trovoadas segue na quarta-feira (22) e a máxima pode chegar a 22ºC. A chuva deve continuar na quinta-feira (23), quando a temperatura mínima prevista sobe para 9ºC e a máxima cai para 15ºC. Na sexta-feira (24), a previsão é de muitas nuvens e a temperatura deve subir, com mínima de 11ºC e máxima de 23ºC.

Primavera

A primavera começa amanhã (22) no hemisfério Sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) divulga hoje (21) o prognóstico climático para a estação, no entanto algumas informações já foram adiantadas. Na região Sul do país, poderão ocorrer os primeiros episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), trazendo chuvas fortes, rajadas de vento, descargas atmosféricas e eventual granizo.

O INMET ainda prevê que o fenômeno La Niña pode ocorrer em meados da primavera, no mês de outubro. Caso o fenômeno se confirme, a tendência é de que a Região Sul receba chuvas mais irregulares, aumentando as chances de seca e possível estiagem. “O La Niña, caso ocorra, será de forma fraca e de curta duração, junto com a ação do dipolo do Atlântico, que, caso seja mais forte, pode atenuar ou melhorar a situação”, explica o meteorologista Mozar Salvador.

Gostou? Compartilhe