Foragido do Paraná é preso em Passo Fundo

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Os policiais civis chegaram até o paradeiro do acusado, por meio do disque-denúncia, que se consolidou como uma importante ferramenta de combate ao crime na cidade

Nos últimos dois anos a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas de Passo Fundo adotou uma nova ferramenta de combate ao crime. O disque-denúncia, que funciona por meio do WhatsApp, está se consolidando como uma importante ferramenta na produção de prova nas investigações, e também para a prisão de foragidos. 

Um dos exemplos da utilização desta ferramenta foi a prisão que aconteceu hoje (01), no bairro São Luiz Gonzaga, quando os policiais da DRACO prenderam um homem que possuía mandado de prisão preventiva expedido pela 12ª Vara Criminal de Curitiba-PR, suspeito de cometer o crime de estelionato. 

O delegado Diogo Ferreira destacou que os policiais chegaram até o paradeiro do homem por meio de informações recebidas pelo serviço de disque-denúncia. O delegado enfatizou que esta ferramenta se tornou essencial no trabalho da investigação policial, um exemplo destacado por ele é que somente em 2020 dois crimes de latrocínio tiveram suspeitos presos por meio do disque-denúncia. 

O delegado Diogo Ferreira explica que o disque-denúncia é uma ferramenta na investigação de crimes e na prisão de foragidos (Foto: Arquivo/ON)

O delegado destaca que esta ferramenta é considerada multi-uso, visto que por meio dela são recebidas informações de foragidos, mas também de crimes que estão acontecendo na cidade, como tráfico de drogas ou até mesmo lavagem de dinheiro. As informações passam por uma triagem inicial e em seguida uma checagem. “O aproveitamento das denúncias é muito grande, pois além de mandar mensagem, o denunciante acaba mandando vídeos ou fotos, que são muito úteis durante a investigação, e que dificilmente a polícia conseguiria produzir estes materiais”, explicou ele. O delegado ainda destaca que a grande maioria das investigações, seja de tráfico, ou mesmo nas prisões de foragidos, tem alguma informação agregada e que chegou por meio do disque-denúncia.

O delegado Diogo ainda enfatiza que o anonimato é sempre garantido, visto que é sempre um policial que fica com esta ferramenta, e conversa com o denunciante, nunca pedindo para que se identifique. “O policial sempre conversa com o denunciante, pois sempre que ele percebe que a informação tem potencial para agregar em uma investigação ele acaba questionando e aprimorando a informação”, finalizou.

O contato de WuatsApp do disque-denúncia da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas de Passo Fundo é 54 33112244. 

Notícia atualizada às 19h51

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