HSVP promove X Encontro dos Transplantados

Encontro foi realizado no último dia 24 de novembro

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Com esse espírito envolvente que foi realizado no dia 24 de novembro, em Casca, o X Encontro dos Pacientes Transplantados do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP). O evento contou com a organização das secretarias municipais de Saúde de Casca e Vila Maria e com a presença de integrantes da diretoria, direção administrativa e funcionários da instituição. O presidente do HSVP, Décio Ramos de Lima, reforçou o apoio e o trabalho das equipes transplantadoras que enaltecem o nome da instituição a cada transplante realizado. Em paralelo, ele aproveitou para evidenciar a importância da doação de órgãos, que oportuniza uma nova chance de viver às milhares de pessoas que necessitam de um transplante.

O significado diferente propiciado pelo encontro foi enfatizado pelo prefeito de Casca, Alan Martins das Chagas. “O evento é importante por incentivar a doação de órgãos, representando uma questão que para nós tem evoluindo, a solidariedade. Passo Fundo é referência em razão de todo o trabalho desenvolvido pelo Hospital São Vicente”.

Antes de entrar na quadra para o Jogo da Vitória, a gastroenterologista Lisia Hoppe, que integra a Equipe de Transplante Hepático do HSVP, disse que participa dos encontros há oito anos, e o evento expressa a celebração da vida. “Como objetivo secundário o encontro divulga a doação de órgãos através do testemunho de vida dos transplantados, que mostram como a doação mudou suas vidas”, ressaltou a especialista ao salientar que em razão do evento ser realizado em diferentes cidades, a semente da doação é plantada em muitos municípios.

O chefe da Equipe de Transplante Hepático do HSVP, Dr. Paulo Reichert, transmitiu sua mensagem de final de ano aos presentes. “Durante o ano inteiro nós lutamos muito, e esse é o único dia em que podemos confraternizar. O encontro é muito gratificante, porque vemos os transplantados bem e as famílias resolvidas. Por isso, cuidem de sua saúde, evitem exageros e façam atividade física para envelhecer com qualidade de vida”. Quanto ao desempenho da doação de órgãos, o cirurgião lamentou que 2012 foi um ano pobre em número de doações. “Esperamos que 2013 seja melhor, que renovemos a esperança e possamos acreditar que as pessoas irão doar mais. O RS já foi o primeiro estado em doação de órgãos, agora somos o sétimo. Precisamos voltar a crescer”, alertou. 

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