OPINIÃO

Teclando - 13/05-2020

A vida sempre em primeiro lugar

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A vida sempre em primeiro lugar

Vamos começar pelo princípio. Somos seres humanos, racionais e vivemos em grupos, portanto sociais. Então, sejamos sempre pela humanidade. Essa conduta começa pela vida. Sim, pela vida. Pela qualidade, evolução e, o mais importante, a sua preservação. Devemos preservar vidas. Sempre! Ora, então chega de babaquices de uma conduta em tom de imposição e sem espaço para o contraditório. Não podemos admitir procedimentos ultrapassados ou veneno goela abaixo. Uma condição passageira não dá poderes para agir contra a vida. Ao contrário, funções públicas exigem condutas pela preservação da vida. Um cargo não torna ninguém um ser intocável ou indiscutível. Ora, somos racionais e necessitamos dialogar, pois o livre-arbítrio é inseparável da natureza humana. Isso, claro, exceto para aqueles que abominam a democracia.

Então chega de imposições absurdas que agridem a convivência, o pensamento e, bem pior, a vida! Ora, seja quem for e em qual época, ninguém pode atentar contra a vida. É homicídio e, de forma coletiva, genocídio. Essa condição torna-se muito mais grave em período praticamente inusitado, como durante essa pandemia. É momento de união e solidariedade em busca da preservação da vida. Porém, infeliz e inexplicavelmente, temos um mandatário que segue o fluxo inverso. O agravante é que puxa uma trilha de formigas-zumbis para confundir e arrastar mais vidas. E não me venham com velhas, infundadas e esfarrapadas desculpas como argumentos. Não há ameaças de fantasmas. Fantasmagórica é a maneira como agem os filhotes da ditadura. Seguem o velho enredo, pois calam a voz, torturam a alma e eliminam vidas.

Óbices à civilidade

Prefeitos e governadores vêm sendo autênticos gladiadores, pois lutam pela vida. Mas a falta de civilidade de muitas pessoas resulta em uma barreira de óbices. De nada adiantam medidas para salvar vidas, enquanto vidas desprezam vidas. Se for para diminuir a circulação de pessoas, então por que existem aglomerações, venda de alimentos e algazarras nas calçadas durante a noite e a madrugada? E a maioria sequer usando máscaras? Assim de nada adiantam as restrições à abertura de determinados estabelecimentos. Ora, o informal está sendo privilegiado em detrimento do estabelecido. E já ascendem o pavio para novos pontos de baderna. Esse vírus é velho conhecido nosso.

Duplo malte

Há poucos anos, a expressão ‘puro malte’ ingressou nos bares da vida. Modismo ou evolução, pouco importa. Para este velho biriteiro o que vale mesmo é uma boa cerveja. Estava curioso para experimentar a Brahma Duplo Malte. Finalmente provei a nova estrela da constelação da Ambev, graças ao amigo Marco Zandoná, presidente do nosso grupo La Pinhata. De cara, observei um indispensável colarinho consistente. Já no primeiro gole uma identidade com a ação refrescante daquele chope engarrafado, que apreciávamos nos inesquecíveis coquetéis na fábrica da Brahma. É uma lager com um toque do malte Munich. Aveludada, sabor de aveia e notas que atiçam a minha memória em quarentena. Um gostinho final leve. O retrogosto está na ponta da língua e lembra a mágica sensibilidade envolta pela maciez da pele de um pêssego. Entenderam, né?

Fujões

Na Brasil, entre General Netto e Bento, nos dois lados da avenida havia contêineres para lixo. Mas eles fugiram. Voltem contêineres, voltem!

Trilha sonora

O grande parceiro Bibi Oberdan deu essa dica. Engelbert Humperdinck - The Last Waltz
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